Excelência acadêmica, experiência clínica e precisão cirúrgica
O Dr. Pedro é médico oftalmologista com atuação nas áreas de catarata, retina clínica e cirurgia vitreorretiniana, além do acompanhamento integral da saúde ocular.
Dr. Pedro Carricondo é professor de Oftalmologia da USP e da Unicamp, co-chefe do Setor de Catarata da USP e médico assistente de Retina nas duas instituições, unindo assistência, cirurgia, ensino e pesquisa.
Formado em Medicina em 2000 pela Escola Paulista de Medicina — Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), realizou residência médica em Oftalmologia na Universidade de São Paulo (USP), onde também concluiu especialização em Retina e Catarata e doutorado.
No consultório, avalia o olho como um todo, com foco no diagnóstico, na real necessidade de tratamento e no perfil de cada paciente.
Para ele, decidir bem exige confirmar se o achado explica os sintomas, examinar todas as estruturas oculares e pesar riscos, benefícios e o momento de intervir.
Sua atuação integrada em catarata e retina permite uma visão completa: a retina influencia a escolha da lente e a recuperação na catarata, e o cristalino pode mudar o plano nas cirurgias de retina. Isso beneficia tanto casos complexos quanto a prevenção.
USP e Unicamp
USP
USP e Unicamp
Universidade de São Paulo
USP
Graduação em Medicina pela Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo, em 2000.
Residência Médica em Oftalmologia e especialização em Retina e Catarata pela Universidade de São Paulo.
Doutorado pela Universidade de São Paulo, onde consolidou sua trajetória acadêmica e de pesquisa em oftalmologia.
Pós-doutorado em genética ocular e distrofias de retina no Kellogg Eye Center, onde hoje é professora pesquisadora assistente.
Como co-chefe do Setor de Catarata da USP, o Dr. Pedro participa da assistência, do ensino e da discussão de casos com diferentes níveis de complexidade.
Na avaliação da catarata, considera não apenas a presença da opacificação do cristalino, mas também:
A escolha entre lentes monofocais, tóricas, de foco estendido ou multifocais não segue uma fórmula única.
Cada opção tem indicações, benefícios e limitações que precisam ser analisados de acordo com as características de cada olho.
Como médico assistente dos setores de Retina da USP e da Unicamp, o Dr. Pedro atua na avaliação e no tratamento de doenças da mácula, da retina e do vítreo.
Sua prática contempla:
Nem toda alteração da retina precisa de tratamento imediato
Algumas situações exigem acompanhamento; outras se beneficiam de injeções, laser ou cirurgia.
Diferenciar esses cenários e escolher o momento correto para agir é parte essencial do cuidado.
A atividade acadêmica mantém o Dr. Pedro em contato permanente com o ensino, a discussão de casos complexos e a evolução das evidências científicas e das técnicas cirúrgicas.
Embora tenha especial atuação em catarata e retina, o atendimento do Dr. Pedro não se limita a pacientes com indicação cirúrgica ou doenças já diagnosticadas.
A consulta também é voltada a quem procura uma avaliação oftalmológica completa, com atenção à córnea, à superfície ocular, ao cristalino, à pressão intraocular, ao nervo óptico, à mácula e à retina.
Esse olhar abrangente é indicado para pacientes que:
A experiência cirúrgica é fundamental quando existe indicação de procedimento. Mas ela também permite reconhecer quando uma cirurgia ainda não oferece benefício suficiente ou quando outra estratégia é mais apropriada.
O atendimento é orientado por algumas perguntas essenciais:
O objetivo não é conduzir todos os pacientes ao mesmo tratamento, mas chegar à decisão mais adequada para cada caso.
A visão deve ser cuidada com atenção ao presente e planejamento para o futuro.
A filosofia de cuidado da Dra. Maria Fernanda Abalem combina ciência, escuta e individualização. Cada paciente traz uma história própria: seus sintomas, sua família, seus exames, seus riscos e suas expectativas.
Para pacientes com doenças genéticas, a consulta busca organizar o diagnóstico, explicar achados, orientar próximos passos e avaliar implicações familiares.
Para pacientes sem doença genética conhecida, a consulta busca compreender riscos individuais, orientar prevenção e planejar o acompanhamento oftalmológico de forma personalizada.
Em ambos os casos, o objetivo é o mesmo: oferecer um cuidado oftalmológico preciso, responsável e baseado em evidências.